Parabéns, mamães!

O Texto a seguir foi vinculado no boletim de minha igreja. Coloquei-o aqui, para homenagear as mamães, mas, é claro, tendo a minha em foco. Por acaso, minha mãe é esse mulherão ai do lado, vovó ansiosa pelo nascimento da primeira netinha, a Bia.

Mãe, eu te amo muito e o texto tem você como fonte.

Neste dia das mães, gostaria de fazer uma homenagem diferente. No papel de pastor e de filho sei muito bem o quanto essa figura criada por Deus é importante. Estou há 12 anos morando longe de minha mãe e sinto que, ainda hoje, não tê-la mais perto faz falta. Tenho certeza que nessa caminhada teria errado menos se tivesse comigo os prontos conselhos de D. Maria de Fátima. Por outro lado, sei que quando ela me viu partir para a terra da garoa, ela já sabia que entregava um filho pronto ao mundo.

Depois de tantos anos de independência, percebo melhor todo trabalho de minha mãe, portanto, das mães. Vocês tem dura tarefa ao terem um filho: alimentá-lo, educá-lo, prepará-lo e vê-lo partir para a vida. Alguns ficam por perto, outro nem tanto, mas todos partem recheados com aquilo que receberam de vocês e dos pais – mas hoje é dia das mães, falemos de vocês.

Fico estarrecido com alguns que não reconhecem o valor de todo esforço de vocês mães. A gravidez, as noites sem dormir, a preocupação, a comida quentinha, a roupa limpa, a vigilância contras as dores da vida – e ainda tem filho que reclama da mãe. Tá certo que tem mãe que não nasceu para isso, mas a maioria se transforma ao sentir aquela vida crescendo dentro de si.

Nessa transformação, uma mulher se transforma em guerreira. Lembro de minha mãe, dando conta de três filhos, divorciada e tendo de trabalhar. Apesar dos percalços da vida, nenhum se perdeu. Pode ser que os filhos não se tornem tudo aquilo que os pais desejam, mas tenho a impressão que vocês mães se sentem realizadas ao verem filhos de bem que, mesmo que não sejam aquele sucesso na vida, aprenderam a reconhecer o esforço feito para criá-los.

Como pastor desta igreja, reconheço muitas mães vencedoras. Faço essa constatação não só pelos bons filhos, mas pela facilidade com que muitas demonstram carinho de mãe por mim. Não dá para substituir D. Fátima, mas dá para matar aquela vontade de se sentir um pouco do colinho da mamãe. Qualquer pessoa que consiga transferir esse carinho para fora dos limites da genética é uma mãe por excelência, e às mamães de nossa igreja posso dizer que muitas o fazem. Parabéns! Não só pelo seu dia, mas por todos os dias que vocês fizeram pessoas, tanto a seus filhos, como a outros, sentirem o cuidado maternal.

Deus abençôe a todas as mamães de nossa igreja!

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